Daniel

Porto Solidão

Porto Solidão

Se um veleiro repousasse na palma da minha mão
Sopraria com sentimento e deixaria seguir sempre
Rumo ao meu coração, meu coração
A calma de um mar que guarda pra amanhã os segredos
De versos naufragados e sem tempo

Rimas de ventos e velas, vida que vem e que vai

A solidão que fica e entra me arremessando contra o cais

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