Chrystian & Ralf

A Morte do Carreiro

Isso foi no m?s de outubro
Regulava o meio-dia
O sol parecia brasa
Queimava que at? feria
Foi um dia muito triste
S? cigarras que se ouvia
O triste cantar dos p?ssaros
Naquela mata sombria
Numa campina deserta
Uma casinha existia
Na frente uma paiada
Onde a boiada remoia
Na estrada vinha um carro
Com seus coc?o que gemia
Meu cora??o palpitava
De tristeza ou de alegria
L? no alto do cerrado
A sua hora chegou
O carro tava pesado
E uma tora escapou
Foi por cima do carreiro
E no barranco imprensou
Depois de uma meia-hora
Que os companheiro tirou
Quando puseram no carro
J? n?o podia falar
Somente ele dizia
Tenho pressa de chegar
E os companheiro gritava
Numa toada sem parar
J? avistaram a taperinha
E as crian?as no quintal
Os galos cantaram tristes, ai, ai, ai, ai
No retiro aonde eu moro, ai, ai, ai, ai
J? levaram ele pra cama
N?o tinha mais salva??o
Abra?ava seus filhinhos
Fazendo reclama??o
S? sinto estes inocentes
Ficarem sem prote??o
Fechou os olhos e despediu
Desse mundo de ilus?o

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