Chico Rey e Paraná

A Lua É Testemunha

Numa noite, serena e escura.
Quando em silêncio juramos Amor.
Quando em silêncio, me destes um abraço.
Nos despedimos, morrendo de dor.

As estrelas, o céu e a lua.
Testemunham que fui tão fiel.
Hoje volto, e te encontro casada.
Ai! que sorte infeliz e cruel.

Estou casada, seguir-te não posso.
Porque assim, exige a lei.
Quero ser sincera ao meu esposo.
Mas em silêncio por ti chorarei.

Ao estar nos braços de outro.
E o remorso a ti apertar.
Peço a Deus, que te mate dormindo.
Pois não és minha, nem de outro serás

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