Carlos Galhardo

O Homem da Valsa

Cancioneiro, que vai sem destino,
Serenatas de amor a cantar,
Tu não vês que a dor, cancioneiro,
É uma gota de água no mar.

Ai, ai, ai,
Quanta gente, só vive chorando,
Ai, ai, ai,
Sou feliz, porque vivo cantando.

Encontrei certa vez alegria,
A tristeza, nos viu, foi embora,
Resolvi ser feliz nesse dia,
Esquecendo os amores de outrora.

Companheiro que vive chorando,
Um amor que a noite envolveu,
Porque choras se o amor é mais doce,
Na saudade do amor que morreu.

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