Carlos Galhardo

Charmaine

Não sei por que não és meu amor
Não sei por que, não sei
Ninguém talvez com mesmo ardor
Sonhasse o que eu sonhei
Nós dois, o céu, e o mar
E eu louco a te beijar
Nos braços de outro, querida
Pensei que estavas
Talvez a dançar comovida
De mim, nem lembrarás

De ti só guardei um perfume
Um olhar, talvez, um olhar
Jamais saberás que ciúmes, senti
Que vivo penando por ti

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