Brenno Reis & Marco Viola

Cunhada

Cunhada, por favor, n?o venha mais em suas f?rias
colegiais visitar a minha casa.
Cunhada voc? acaba me matando cada vez mais
transformando o meu cora??o em brasa.
Cunhada a sua irm? minha amada pediu nessa madrugada
que eu fosse lhe cobrir, seu corpo quase despido
encontrei, de tanta tens?o fiquei quase que n?o
resisti.

N?o venha com seu vestido vermelho, bem ?pra? cima do
joelho em minha frente sentar.
Cunhada tenho medo que eu esque?a, posso perder a
cabe?a ? uma hora te agarrar.

Cunhada eu ou?o voc? a lado se mexer no alcochoado
quando seu sono n?o vem.
Cunhada eu estou no outro quarto, a uma alma em
sobressalto a noite inteira tamb?m.
De tarado eu sei que v?o me chamar somente por eu amar
a irm? de minha mulher.
De tudo meu cora??o ? culpado amando sem ser amado,
querendo a quem n?o me quer.

N?o venha com seu vestido vermelho, bem ?pra? cima do joelho em minha frente sentar.
Cunhada tenho medo que eu esque?a, posso perder a
cabe?a ? uma hora te agarrar.
N?o venha com seu vestido vermelho, bem ?pra? cima do
joelho em minha frente sentar.
Cunhada tenho medo que eu esque?a, posso perder a
cabe?a ? uma hora te agarrar.

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