Belmonte e Amaraí

Escadas da Prisão

Quando eu estive preso
Sozinho me entretia
Comtemplando as amarguras
Que na cadeia eu via

Que noites tão negras são as da prisão
maltratam a alma e o coração

E na negra escadaria
da minha triste prisão
Uns sobem outros descem
a prestar declaração

Que noites tão negras são as da prisão
maltratam a alma e o coração

As paredes da prisão
com suas grades de ferro
Onde condenam os homens
por culpa dessas mulheres

Que noites tão negras são as da prisão
maltratam a alma e o coração

Sentinelas da prisão
muito antes do sol sair
Com seus toques de alerta
não me deixavam dormir

Que noites tão negras são as da prisão
maltratam a alma e o coração

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