Banda Canil

Bons e Velhos Estranhos

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Se o fel da solid?o vem em pequenos goles de esperan?a
Meu cora??o ? um litro cujo fundo n?o se alcan?a
Como pode a figurante, t?o distante que vira cen?rio
Estrelar a trama de um ot?rio como eu?

Ser? Deus, ser? Deus, que a estranha nos meus sonhos
Como eu, como eu, sonha com estranhos?

Ei, estranha, eu sei o teu peito tamb?m arranha
A vida ? assim, mas n?o crave suas unhas logo em mim
Eu, que pago a penit?ncia de morar na sombra da sua aus?ncia
Saudade de te fitar com os olhos da cidade

Ser? Deus, ser? Deus, que a estranha nos meus sonhos
Como eu, como eu, sonha com estranhos?
Serei Deus eu nos seus olhos t?o castanhos?
Seremos ela e eu bons e velhos estranhos?

Nada ? real, nada ? real, enfim
Triste ? que, afinal, nada ? mais real, pra mim

Ser? Deus, ser? Deus, que a estranha nos meus sonhos
Como eu, como eu, sonha com estranhos?
Serei Deus eu nos seus olhos t?o castanhos?
Estranhos