Ataíde e Alexandre

Mar da Solidão

Ao cair da tarde vou até o cais para recordar
O momento triste que o navio partiu levando meu bem
Hoje este porto é ponto de partida da minha saudade
Na realidade sem ela ao meu lado eu não sou ninguém.

Sempre quando eu volto á praia deserta onde ela sonhava
Releio na areia palavras de amor que ela escreveu
Parece que a vejo brincando nas ondas, minha alma delira
Ao saber que tudo é sonho e mentira por que entre nós tudo já morreu.

Praia ensolarada da minha ilusão
Cais do desengano, porto solidão
Morre mais uma dia eu sem alegria na beira do mar
Navio que navega por mares sem fim,
Sem saber que rouba quem gosta de mim
Traga meu amor, pois morrerei de dor se ela não voltar.

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