A Simetria

Banquete Dos Heróis

Eu uso roupas de liberdade e você vai saber.
Esta não é uma guerra de cegos ou surdos como vê.
E como vê nem e guerra!
Eu sou o louco da sua corte de luxo!
Alguém me empurrou da ponte,
Mas sobrevivo a água podre do rio.

Vejo os meus heróis
Levando o sol, trincando o chão
Não são mitos, não são imortais,
Mas invisíveis em sua sina de sobreviver.

Nas ruas de lamentação
Não há nomes jamais

Dama, senhora da noite, e mãe do teu amanhecer
Dizes que sou teu filho
E posso andar como cada pobre deste chão
Mas vai por mim não ta fácil
Sangrar os sonhos no jornal da manha
E saber que cada instante
Pode ser pagina queimada no sol

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