A Caçamba de Dona Madalena

Velho Samba Novo

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Quisera a menina em calmaria
Cruzar a esquina em poesia
Esquecer da rotina deste dia
Sorrir para o mundo a alegria

Quisera o ateu na manhã fria
Olhar o seu deus em harmonia
Sentindo o orvalho e suas cores
Sorrir para o mundo sem pudores

Acharam no velho
Um novo amor
Acharam no tédio
Um bom sabor
Procura remédio
Pra esse torpor

Que a escola sabia
Da baiana à bateria
Que nunca vai acabar

Subindo o morro
Mexendo com o povo
É o velho samba novo

A pura razão sem poesia
É toda a lição que ciencia
A tola razão do dia a dia
É o toda a missão da simpatia